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Confira todo os confrontos entre
Ramalhão e Azulão
Leandro Martins

Foram 6 vitórias do Azulão, 4 do Ramalhão e 4
empates.
Os ramalhinos fizeram ainda 8 gols e sofreram 13
dos azulinos.
Campeonato Paulista - Série A-3 03/02/1993 - São
Caetano 1 x 3 Santo André 27/03/1993 - Santo André 1 x 0 São
Caetano
Campeonato Brasileiro Série
C 19/08/1998 - São Caetano 1 x 0 Santo André 13/09/1998 - Santo
André 0 x 1 São Caetano
Campeonato Paulista - Série
A-2 18/04/1999 - Santo André 1 x 1 São Caetano 30/05/1999 - São
Caetano 2 x 1 Santo André 20/06/1999 - Santo André 0 x 1 São
Caetano 18/07/1999 - São Caetano 0 x 1 Santo André
Campeonato Paulista - Divisão
Principal 26/03/2000 - Santo André 0 x 0 São Caetano 28/01/2004 -
São Caetano 0 x 0 Santo André 06/03/2005 - Santo André 0 x 1 São
Caetano 02/04/2006 - São Caetano 2 x 1 Santo André 28/01/2007 - Santo
André 0 x 3 São Caetano
Campeonato Brasileiro - Série
B 10/07/2007 - São Caetano 1 x 1 Santo André
Fonte: José Pires Maia - Detur/São
Caetano
Categoria: Futebol Local
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O clássico mais "não-clássico" do ABC
Leandro Martins
Santo André e São Caetano fazem amanhã à tarde (16h), no Estádio Bruno José Daniel, um jogo com boa dose de rivalidade. A crônica esportiva se divide quanto a denominar ou não esse confronto como "clássico". Particularmente, acredito que clássico seja um jogo onde exista tradição, provocação, conflitos de gerações e muita rivalidade entre os torcedores (desde que fique no campo da paz, é claro).
Assim, entendo que o confronto entre São Caetano e Santo André atingiu o status de clássico pelo menos entre os torcedores. Conheço apaixonados pelas duas equipes e, tantos os azulinos como os andreenses tiram sarro da cara um do outro, fazem piadinhas com o rival e querem sempre que o arqui-inimigo caia para outra divisão (no caso deste ano, a Série C do Brasileiro).
No entanto, nunca senti essa mesma pegada dentro de campo. A provocação, a gozação, as entradas mais duras, jogos catimbados, amarrados, enfim, a sensação de que, se uma equipe vencer a outra, será mais importante do que a conquista do campeonato. Para mim, entre as torcidas, o jogo é um clássico, mas entre os times, dentro de campo, não. Decidi então, denominá-lo de "clássico não-clássico".
Ainda existe a possibilidade de se tratar o jogo dependendo do status que os próprios clubes dão a ele. O modo de fazer a segurança, de separar as torcidas, de catimbar, de mandar os gandulas sumirem com as bolas quando a equipe mandante está ganhando, etc. O olhar dos jogadores também é importante. O jogo contra o rival é diferente? Tem um gostinho especial? Se perder, o técnico balança?
Tudo isso faz parte de um clássico. Se esse for o status que será sentido amanhã, então, no dia de Nossa Senhora Aparecida, teremos clássico no ABC. Caso contrário, não. E você, amigo internauta e torcedor? O que pensa sobre isso? Você chamaria ou não o confronto de clássico?
Categoria: Futebol Local
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São Bernardo deve dispensar 10 jogadores Leandro Martins
Depois da desclassificação na Copa FPF (Federação Paulista de Futebol) com a derrota de 4 a 2 para o Botafogo-SP na última quarta-feira, a ordem agora no São Bernardo é reformular. Conversei hoje pela manhã com o presidente do Tigre, Edgard Montemor, que me garantiu que muitas mudanças serão feitas.
A direção deve se reunir com a comissão técnica para decidir quem fica, quem sai e quem deve chegar. São poucos os jogadores com contratos até o final do Paulista da Série A-3, caso dos atacantes Rafael e Cadu, e do meia Léo. "Fizemos todos os testes que queríamos na Copa FPF e agora temos uma idéia de quais atletas poderemos utilizar em 2008. Mas cerca de dez jogadores devem ser dispensados", disse o presidente do clube, que não quis adiantar os nomes.
A equipe treina amanhã à tarde e no sábado pela manhã no clube da Volks para enfrentar o Guarani, no próximo domingo, às 11h. Para o Tigre, a partida serve apenas para cumprimento de tabela mas para o Bugre, vale classificação. Se empatar com o São Bernardo, o time de Campinas garante a vaga nas quartas-de-finais.
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Veludo já definiu time para o confronto Leandro Martins
O técnico do São Bernardo não perdeu tempo e, mesmo com os vários desfalques para a partida de hoje à tarde, treinou e definiu a equipe ontem mesmo. Quando chegou ao Tigre, há pouco mais de três semanas, Veludo tentou implantar um 3-4-3. No entanto, alguns jogadores não assimilaram o correto posicionamento e a equipe acabou sucumbindo frente ao Botafogo, em Ribeirão Preto, por 4 a 0. “Ainda assim, tomamos praticamente os quatro gols em falhas individuais lá no interior. A goleada e a derrota não aconteceram por culpa do esquema tático”, disse o treinador.
Depois da derrota em casa para o Rio Preto por 3 a 1, Veludo testou um 3-5-2 nos treinamentos, mas, ontem à tarde, definiu a equipe no clássico 4-4-2, com dois volantes, dois meias e dois atacantes.
Confira o time que entra em campo hoje, na ficha técnica.
São Bernardo x Botafogo
São Bernardo Fabrício; Fabiano, Bahia, Éder e Wesley; Zé forte, Émerson, Edinei e Léo; Cadu e Wesley Carioca Técnico: Veludo
Botafogo Thiago; Wesley, Franque, Felipe e Júlio César; Élton, Marcinho, Paraná e Tupã; Thiago Vieira e Samuel. Técnico: Márcio Ribeiro
Local: Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo-SP Horário: 15h Árbitro: Marcelo Ribeiro de Souza (SP)
Categoria: Futebol Local
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É hoje! Tigre encara Botafogo pela sobrevivência
Leandro Martins
Após a derrota de 3 a 1 para o Rio Preto, no último sábado, em casa, o São Bernardo encara hoje o Botafogo-SP, às 15h, no Estádio 1° de Maio em uma batalha de vida ou morte na Copa FPF (Federação Paulista de Futebol). O Tigre ocupa a lanterna do grupo sete com apenas três pontos e precisa desesperadamente da vitória.
Para se classificar às quartas-de-finais, o time do ABC precisa vencer as duas próximas partidas (contando com a de hoje) e ainda torcer por uma combinação de resultado. Se vencer a Pantera da Mogiana nesta tarde, o São Bernardo vai torcer por um empate na partida entre Rio Preto e Guarani, que se enfrentam em Rio Preto, no mesmo horário.
Se isso acontecer, o Tigre enfrenta o próprio Bugre, no próximo sábado, em Campinas, pelo confronto direto na definição da vaga. O técnico do São Bernardo, Veludo, está preocupado. As constantes contusões no elenco vêm tirando o sono do treinador. O zagueiro Biro, o volante George e o atacante Raul, todos contundidos, não jogam. O volante Júlio César, suspenso pelo terceiro cartão amarelo é outro desfalque certo.
“Estamos sofrendo demais com esse tipo de problema. O pior é que alguns jogadores são muito jovens e ainda não lidam muito bem com a pressão da torcida pelo resultado”, disse Veludo. “Além do problema médico, os atletas enfrentam essa barreira psicológica”, acrescentou. Por seu lado, o Botafogo vem tranqüilo e sem pressão ao ABC Paulista. A equipe do técnico Márcio Ribeiro já está classificada, com quatro vitórias em quatro jogos. O jogo promete esta tarde!
Categoria: Futebol Local
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A interessante teoria do "quanto pior, melhor" Leandro Martins
De acordo com as estatísticas da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), a média de público do Campeonato Brasileiro está em 15.375 torcedores por partida. Olhando para trás uns 20 anos, o número pode ser considerado ínfimo. No entanto, se tomarmos como base a realidade atual do futebol brasileiro, a quantidade de espectadores por jogo deve ser considerada aceitável. Em 2004, por exemplo, a média foi de 8.073 gatos pingados presentes em cada confronto.
Isso posto, uma reflexão se faz necessária. Se os bons jogadores abandonam o futebol brasileiro com maior freqüência a cada ano, como é possível a média de público ter aumentado? Acredito que o caminho para explicar tal fenômeno seja a teoria do “quanto pior, melhor”. Quanto mais jogadores deixam o Brasil e quanto mais os clubes ficam enfraquecidos, mais o campeonato fica nivelado (por baixo, diga-se de passagem). Com uma competição mais equilibrada, menos são os favoritos disparados ao título (exceção feita ao São Paulo este ano) e mais o campeonato ganha em emoção.
O campeonato acaba se fazendo, então, atraente para o torcedor que, apesar de presenciar um nível técnico sofrível em campo, passa a crer que seu time pode alcançar as primeiras posições e tenta acompanhá-lo mais de perto, voltando às arquibancadas. É duro acreditar que isso faz sentido, mas faz! Os saudosistas de plantão precisam entender que a realidade do futebol brasileiro é essa.
Hoje, um jogador de um time do interior não tem mais o sonho de jogar no Corinthians, São Paulo, Flamengo ou Palmeiras. Ele quer sair diretamente do Bragantino, por exemplo, para uma equipe européia, ainda que não saiba de quais confins ela seja. O Campeonato Brasileiro é emocionante, um dos mais equilibrados do mundo, tem atraído mais público. Mesmo assim, ter de admitir que a teoria do “quanto pior, melhor” está certa dói no coração de qualquer amante do esporte.
Números explicam a teoria Para que o amigo leitor/internauta tenha a informação completa, aí vão as médias de público de algumas edições anteriores do Brasileirão. Em 2006: 12.041, em 2005: 14.034, em 2004: 8.073. (Fonte: CBF).
Categoria: Boca no trombone
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Tempo de refletir sobre as decisões do
STJD Leandro Martins
Faltam apenas 9 rodadas (contando com a deste
domingo) para o encerramento do Campeonato
Brasileiro de 2007 e um balanço que se preze não pode ser feito sem levar em consideração as polêmicas decisões do
STJD (Superior Tribunal de Justiça
Desportiva). À distância, parece que
o órgão julga com muitos pesos e várias
medidas. A entidade já puniu e abrandou a pena
de vários treinadores como Mano Menezes (Grêmio), Renato Gaúcho (Fluminense) e Dorival Júnior (Cruzeiro).
O primeiro foi punido por ofensa moral ao árbitro,
o segundo, por dar declarações de que sua
equipe estaria sendo “roubada” e, o terceiro, por invasão de campo. Em compensação, o treinador do Flamengo, Joel
Santana, mandou literalmente os rubro-negros
“darem porrada” nos atletas do Santos, em jogo
realizado na Vila Belmiro, e não pegou um único dia de “gancho”.
O caso Dodô O querido Tribunal
ainda se viu em uma saia justa diante da Fifa, o órgão máximo do futebol mundial. Trata-se do caso de doping do atacante
Dodô, do Botafogo. O atleta foi flagrado no
uso da substância Femproporex, um emagrecedor
e inibidor de apetite. Inicialmente, o tribunal o suspendeu preventivamente por 30 dias. Em novo julgamento,
Dodô foi absolvido! Até hoje, não se "achou"
um só culpado na história! Como pode alguém
ser flagrado em um exame e não haver um responsável?
Não é à toa que a FIFA está investigando o caso e,
pelo jeito, ainda vai rolar muita água debaixo
dessa ponte. O torcedor fica sem entender nada. E ainda tem que se sujeitar a torcer pelo seu time desfalcado
deste ou daquele atleta por causa dos mandos e
desmando de uma entidade que perdeu a
credibilidade desde o caso Edílson Pereira de Carvalho. Haja paciência!
Mudanças de pena Mas o pior
estava por vir. O STJD reduziu de 120 dias para 5 jogos a punição a Coelho por ter agredido o jogador Kerlon, no
clássico Cruzeiro X Atlético-MG, após o menino
ter feito o "drible da foca". Um verdadeiro
absurdo! Aquilo foi um "crime"! Contra o futebol e contra a habilidade do jogador! No mesmo dia, o Tribunal manteve a
punição de 120 dias para o meia Hugo, do São
Paulo, por ter dado uma cusparada em Goiano,
do Paraná. Punição mais do que justa, já esse é um ato que atenta contra os bons costumes e a moral.
Para fechar a conta, o STJD ainda aumentou a
punição do goleiro Bosco, do São Paulo, de 1
para 3 partidas, por simulação de que algo o havia atingido na cabeça no clássico contra o Palmeiras. Esse ato era,
sinceramente, para excluí-lo do campeonato! Se
não houvesse as imagens das câmeras de
segurança do Palestra Itália, quem sabe que tipo de prejuízo esse infeliz poderia causar ao time alviverde? Malandragem é
uma coisa, sacanagem é outra. Ou ele não sabe
que os jogadores do Palmeiras são colegas de
profissão e poderiam ter sérios prejuízos na carreira devido a essa atitude imbecil? Vide o que falaram do Dida, na
Liga dos Campeões da Europa.
Enfim, o fato é que o STJD aplicou este ano muitos
pesos e diversas medidas. E o Brasileirão não
pode ser avaliado plenamente sem essas interferências. Não acho que a agressão de Coelho seja menos grave do
que uma cusparada ou uma simulação desse
nível. Isso tudo deveria ser revisto,
inclusive, a forma de julgar! Até a próxima!
Categoria: Boca no trombone
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