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Futebol Local
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Magrão: 'marquei três no Corinthians' Leandro Martins
O ex-jogador de futebol e atual empresário, Magrão, esteve na última terça-feira (14/10) no programa Esporte na Rede, da UPTV. Magrão elogiou o formato da atração e disse que não sentiu o tempo passar enquanto esteve no ar (confira a íntegra da entrevista em www.uptv.com.br).
O ex-centroavante passou por clubes como Araçatuba, Palmeiras, São Caetano, Botafogo, Grêmio, Goiás, Coritiba, além de Verdy Tokyo e Gamba Osaka, do Japão, e Badajoz, da Espanha. Durante o programa, ele falou sobre sua carreira. Como não poderia deixar de ser, relembrou o jogo mais marcante de sua vida.
No dia 21 de maio de 1995, Palmeiras e Corinthians duelaram pelo Campeonato Paulista. “O jogo terminou 3 a 1 para o Palmeiras e eu marquei os três gols. Depois disso, acabei entrando para a história desse derby paulista”, disse. O mais interessante é que o grandalhão de 1,92m de altura viria a marcar mais um no Alvinegro do Parque São Jorge ainda no mesmo ano.
“Ainda em 1995, fui para o Goiás e fiz mais um contra o Corinthians no Brasileirão daquele ano”, recordou. Magrão foi obrigado a encerrar a carreira aos 31 anos, por conta de um problema no quadril.
“Meu caso era semelhante ao do tenista Gustavo Kuerten. Foi uma pena, mas tive de encurtar minha carreira de jogador”. Após deixar os gramados, Magrão não parou de trabalhar no mundo futebolístico. Tornou-se empresário de atletas e hoje agencia 17 atletas e cinco técnicos. Tem até um site próprio: www.m9sports.com.br.
Sobre o momento atual do futebol mundial, Magrão reconhece que houve mudanças do tempo em que jogava. “Hoje está tudo muito mudado. O atleta sai muito jovem do país. Por isso, entendo que é mais difícil um jogador ter amor pelo clube. Isso existe mais nas categorias de base. Depois, com tantas transferências, acaba diminuindo bastante até que vai desaparecendo”, afirmou.
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Sesc Sto.André
terá 'Futebol-Arte' até dia 4 Leandro Martins

Alguns filósofos, estudiosos e artistas plásticos
costumam dizer que a arte imita a vida e vice-versa. O pensamento parece se
tornar ainda mais concreto quando observam-se telas e outras expressões
artísticas que retratam o cotidiano de diversas culturas do planeta.
Foi raciocinando desta forma que o SESC Santo André trouxe
para sua Área de Convivência a exposição Futebol-Arte, que ficará na unidade até
o próximo dia 4 de maio. Com 24 fotos de obras expostas, a mostra foi lançada em
1998, na unidade de Itaquera, em Santos, em comemoração a Copa do Mundo daquele
ano.
Na ocasião, o Brasil acabou com o vice-campeonato,
perdendo a decisão por 3 a 0 para a França, em um jogo polêmico, em que o
“Fenômeno” Ronaldo foi escalado para atuar após ter sofrido uma convulsão na
noite anterior. Na época, a intenção era unir a parte artística com a cultura
esportiva brasileira, calcada no futebol em todos os cantos do país, inclusive
em campos de várzea.
“De lá para cá, as telas passaram por vários
lugares de São Paulo, como Interlagos, Piracicaba, Campinas e, agora, Santo
André”, explicou o animador sócio-cultural do clube, Anselmo Alberto Ogata. Além
disso, a mostra já circulou por Brasília, Rio de Janeiro e Europa.
Dentre as criações, podem ser vistas telas que
lembram Pelé, o maior expoente do futebol brasileiro e mundial de todos os
tempos, além de outras figuras lendárias como Heleno de Freitas, craque do
Botafogo na década de 1940 e que defendeu a Seleção Brasileira em 18
oportunidades, com 15 gols anotados.
Outras obras como “Macas da violência”, do artista
plástico Siron Franco, retratam bem o futebol atual, de pegada firme, muitas
faltas e contusões. Franco pintou, nas próprias macas, aquilo que entende ser o
retrato das jogadas hostis nos gramados tupiniquins. A exposição fica aberta ao
público de terça a sexta-feira, das 13h às 21h30, com entrada
gratuita.
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São Bernardo pedirá punição a jogador desleal Leandro Martins
O São Bernardo, por meio de seu presidente, Edgard Montemor, e de seu presidente de honra, Edinho Montemor, vai protocolar uma ação no Tribunal de Justiça Desportiva da FPF (Federação Paulista de Futebol), pedindo punição ao jogador Odair, do Penapolense.
O “zagueirão” agrediu dois atletas do Tigre de modo covarde durante a derrota da equipe de Penápolis por 2 a 1, na tarde do último sábado (09/02), em partida válida pela Série A-3 do Campeonato Paulista.
Odair desferiu uma cotovelada contra o atacante Raul e, mais tarde, repetiu a dose, desta vez, com um chute na perna do também atacante Rafael enquanto este estava caído ao chão. Omisso, o trio de arbitragem nada fez para coibir a violência em campo. O desleal jogador recebeu apenas cartão amarelo aos 37 minutos do primeiro tempo.
Alysson Fernandes Matias, árbitro principal, Rafael Ferreira da Silva, auxiliar número um e Luciana da Silva Ramos, assistente número dois, em momento nenhum fizeram menção de expulsar o jogador. Além de omisso, o cidadão trajado de senhor do apito e do jogo não sabe escrever. Escreveu na súmula a palavra “PARALIZAÇÕES”. Isso mesmo, exatamente deste modo. Com a letra “Z”. Conclusão: não serve para ser nem professor de português e nem árbitro de futebol.
Edinho Montemor vai, inclusive, mandar as imagens (gentilmente cedidas pelo Canal NET Cidade, de Santo André) para que os promotores e juízes da FPF possam julgar o caso com maior precisão. Se Odair for indiciado no artigo 253 (agressão), poderá pegar de 120 a 540 dias de suspensão. Oxalá o árbitro pegue o mesmo período de gancho!
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Sede da Copa São Paulo, Baetão passa por reformas Leandro Martins
O que você, amigo leitor/internauta, vai ler agora é mais do que o último posto do ano. É também uma reportagem exclusiva feita sobre as reformas do Estádio Baetão, em São Bernardo, que, mais uma vez, vai abrigar alguns jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2008. Dividi a reportagem em três partes, para que a leitura não fique cansativa. Confira neste e nos dois posts seguintes, como andam as obras e o como você encontrará o estádio em janeiro.
Um canteiro de obras. Assim está o Estádio Humberto de Alencar Castelo Branco, o Baetão, em São Bernardo. Cerca de quinze homens trabalham duro todos os dias, em uma corrida contra o tempo para aprontar o local para o início da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que acontecerá em 6 de janeiro de 2008, com a cerimônia de abertura.
Assim como neste ano, o município do ABC será uma das sedes da competição considerada por jogadores e treinadores como a maior vitrine de categorias de base do futebol brasileiro. “As obras devem acabar dentro de, no máximo, 15 dias”, disse o Secretário de Esportes da cidade, Vandir Mognon.
A reforma consiste principalmente na troca do antigo gramado sintético, desgastado pelo tempo e em desconformidade dos padrões que a Fifa, entidade máxima do futebol mundial, passou a exigir. Segundo a instituição comandada pelo suíço Joseph Blatter, é possível que competições oficiais sejam disputadas em gramados sintéticos, desde que o piso tenha entre cinco e sete centímetros de altura.
Com as mudanças, o Baetão ficará, literalmente, um verdadeiro “tapete”. Além disso, o estádio de São Bernardo será o segundo do País e o primeiro do estado de São Paulo que estará de acordo com as regras impostas pela Fifa. Além dele, existe somente outro gramado na Toca da Raposa, no Centro de Treinamento do Cruzeiro, em Belo Horizonte (MG), que está dentro das especificações.
Apesar da nova tecnologia, o campo do Baetão apresenta dimensões até certo ponto reduzidas para jogos de grande porte. O retângulo principal mede 97m de largura, por 64m de comprimento e não sofrerá alterações. Ainda assim, o “cheirinho de estádio novo” anima quem gosta de ver e de jogar futebol.
“Espero que um dia liberem para a gente jogar aqui. Seria muito legal bater uma bola com os colegas de trabalho no Baetão”, brincou um dos operários que trabalham na obra, José Damasceno. “Já que a gente é responsável por assentar o gramado aqui, bem que podiam deixar a gente também jogar uma peladinha”, finalizou.
Atraso? Segundo um funcionário do estádio que não quis se identificar, as obras estariam atrasadas em cerca de 20 dias. “Isso ocorreu porque a grama chegou só na manhã do dia 12 deste mês. Era para ter chegado antes. Afinal, depois que tudo estiver pronto, as equipes ainda virão treinar aqui para se preparar para a Copa São Paulo”, disse. “As tintas também demoraram um pouco, mas a pintura é a parte mais rápida. O pior é que as chuvas também prejudicam o trabalho, mas, com empenho de todos, o local deve ficar pronto o quanto antes”, acrescentou.
O empregado ainda disse que, no ano passado, os times reclamaram do gramado antigo. “Tinha pó demais no campo, o que o deixava cinza. O Botafogo foi o que mais reclamou. Com o novo piso, isso não deve acontecer”, concluiu.
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Parcerias contribuem para melhorar a cara do estádio Leandro Martins
Para agilizar as reformas do Baetão, a Prefeitura de São Bernardo buscou parcerias que possam auxiliar na conclusão da obra com rapidez. Uma delas é o laço entre as secretarias de Esportes e a de Serviços Urbanos da cidade. “Nossa mão de obra é meio escassa, então o pessoal dos Serviços Urbanos nos ajuda mandando mais homens para executar o trabalho”, afirmou o Secretário de Esportes, Vandir Mognon. “Cerca de 15 ou 20 pessoas devem vir para terminar a pintura das arquibancadas e outras dependências do local.”
Além da troca do gramado, outros reparos constam da lista de tarefas a serem executadas. As arquibancadas serão pintadas, além das cabines de imprensa e dos muros, que ganharão cores novas por dentro e por fora. “Quatro dias é o tempo que leva para pintarem tudo. O estádio vai ficar lindo”, comemorou Mognon. As canaletas em volta do campo, que estavam retendo a água da chuva, serão limpas e ganharão uma inclinação para solucionar o problema. As tapadeiras de alumínio que estão atrás do gol dos portões de entrada também serão retiradas e substituídas por outro material de proteção.
A obra foi orçada em torno de R$ 160 mil, segundo a Prefeitura de São Bernardo. “É mais ou menos a metade do preço que se paga por esse tipo de reforma”, afirmou o Secretário de Esportes do município. “Fizemos uma parceria com a empresa que está implantando o novo gramado. Em troca do baixo preço, oferecemos a possibilidade de que ela coloque placas de publicidade em volta do campo”, explicou. No entanto, nem o Secretário nem o assessor de imprensa da Prefeitura souberam dizer qual é a empresa que executa o serviço. Convenhamos, no mínimo, estão muito mal informados!
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Copa São Paulo atrai torcida jovem e dinheiro para cidade Leandro Martins
Considerada a maior vitrine de jovens talentos do futebol brasileiro, a Copa São Paulo de Futebol Júnior costuma atrair grande público nas partidas realizadas no interior paulista. Com a entrada gratuita, os torcedores comparecem em bom número nos jogos da “copinha”. Pelo menos, é isso o que espera o Secretário de Esportes de São Bernardo, Vandir Mognon. “Muitos adolescentes e crianças vêm ao estádio. Devemos ter casa cheia aqui, ainda mais nos jogos do São Bernardo, representante da cidade na competição”, disse.
Além da alegria, o momento é propício para a cidade ampliar a captação de verbas. “A imprensa toda divulga a competição. Conseguimos aumentar as vendas do comércio e lucramos também com o turismo, já que muitos torcedores vêm de outras localidades para ver os jogos do seu time”, afirmou Mognon. No entanto, segundo o secretário, a principal entrada de dinheiro fica por conta das escolinhas municipais de futebol.
“As crianças e os jovens ficam tomados pelo clima da Copa São Paulo e passam a se inscrever nas escolinhas da cidade. É um fenômeno muito positivo, que fica ainda mais em evidência quando o time da cidade chega às fases finais, como no início deste ano”, explicou.
A Copa São Paulo de Futebol Júnior existe desde 1969, quando ainda se chamava Taça Cidade de São Paulo. Os jogos eram todos disputados na capital paulista e não havia sedes no interior. Atualmente, o torneio conta com 88 equipes. O São Bernardo está no grupo Q, ao lado de Botafogo-PB, Ypiranga-PE e Grêmio-RS. A estréia do time do ABC acontece no dia 6 de janeiro, às 16h, no Baetão, contra os paraibanos. Na partida preliminar, às 14h, enfrentam-se pernambucanos e gaúchos.
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S.Bernardo pode ter Bruno Octávio e Rafinha negocia com Timão Leandro Martins
O São Bernardo parece mesmo estar montando uma equipe forte para 2008. Depois de trazer o técnico Lelo, que conseguiu três acessos consecutivos da Segunda Divisão para a Série A-3 do Campeonato Paulista nos últimos três anos, trouxe também o goleiro Fernando Henrique e o zagueiro Melika, ambos do Penapolense, o lateral-direito Augusto, ex-Inter de Limeira e o zagueiro Fernando Voltolini, ex-União São João.
Em 2005, o treinador conquistou o acesso com a Santacruzense para a Série A-3. Um ano depois, foi a vez de subir com o Linense e, em 2007, o técnico conseguiu o acesso com o Penapolense. “Graças a Deus, estou passando por um por um bom momento. A idéia é sempre vencer e é isso que vou passar para o grupo”, disse o comandante.
O time ainda deve trazer um lateral-esquerdo na tarde da próxima segunda-feira. Mas a maior contratação pode vir do Corinthians. Seria o volante Bruno Octávio, que viria para reforçar o Tigre. Em troca, o meia Rafinha iria para o Parque São Jorge.
Se as conversas de bastidores forem confirmadas, o time do ABC poderá brigar como gente grande pelo acesso à Série A-2 no ano que vem.
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ABC revela mais um talento ao futebol brasileiro Leandro Martins
O que você vai ler agora é a reportagem que fiz para o Hoje Jornal sobre um talento de apenas 18 anos, que nasceu na região, passou pelo São Bernardo e hoje é meia do Grêmio de Porto Alegre. Sua estréia como profissional aconteceu diante do São Paulo, no último dia 11, no Morumbi (1 a 0 para o São Paulo). Para que a leitura não fique cansativa, dividi o conteúdo em dois posts que apresento agora ao amigo leitor/internauta.
Jeito simples, fala tímida, aparelho nos dentes e muita personalidade. Assim é Maylson Barbosa Teixeira, 18 anos, meia direita do Grêmio de Porto Alegre. Nascido em São Bernardo, no ABC paulista, morou com a família (pai, mãe e dois irmãos) no bairro Novo Horizonte (periferia da cidade) até os 16 anos, quando a sorte lhe sorriu no futebol.
Em junho de 2005, o menino, que já estava há três meses no time do São Bernardo, disputava um torneio em Buritama, no interior de São Paulo (a 542km da capital), quando olheiros do Grêmio o viram jogar e o convidaram para ir a Porto Alegre. O garoto aceitou e, após duas semanas de testes, foi aprovado e passou a treinar na equipe gaúcha. “O pessoal me viu jogar, gostou e estou lá desde essa época”, comentou Maylson.
“Disputei dois anos como juvenil e esse era o meu primeiro de júnior. Estava disputando a Copa Federação Gaúcha no primeiro semestre e o Mano (Menezes, técnico do time principal) pediu para eu treinar com os profissionais. Ele gostou, me efetivou e assinei contrato até 2010”. Pelo visto, o comandante aprovou de primeira o menino. O treinador gremista promoveu a estréia do jogador como profissional na partida do último dia 11, contra o São Paulo, no Morumbi.
“Foi uma grande emoção pisar no Morumbi pela primeira vez. Algo inesquecível. Achava que iria ficar no banco, mas o Mano Menezes me colocou como titular”, recordou. “Acho que a estréia foi boa. Pena que saímos com a derrota. Agora, ficou difícil classificar para a Libertadores”, acrescentou.
Copa São Paulo – inchada Pelo clube do Sul, ele disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior este ano. “Mas a equipe não foi bem. Fomos eliminados na primeira fase. É complicado quando você tem uma competição inchada de clubes. Se sua equipe não se classifica para as fases finais, quase ninguém o vê jogar”, analisou o meia.
O irmão mais novo, Matheus, 13, também quer ser jogador de futebol e tem Maylson como ídolo. “É meu ídolo e quero jogar futebol como ele”. Dentro de campo, o meia do Tricolor gaúcho sempre se espelhou em Sávio, jogador que se destacou pelo Flamengo e passou por Real Madrid, Bordeaux, Zaragoza, Real Sociedad e Levante. A esperança é de que o caminho das pedras fique ainda mais dourado. “Espero que tenha um futuro brilhante, pois estou trabalhando para isso”, comemorou o jogador.
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Jogador critica empresários que fazem "sacanagem" Leandro Martins
Dando continuidade ao post anterior, o jovem jogador do Grêmio também falou sobre empresários, estrutura do clube gaúcho e o que pensa a respeito do futebol no ABC.
Maylson assinou com a dupla de empresários Jorge Machado e Bismarck até 2009. Pelo acordo, os homens de terno e gravata ficaram com 30% dos direitos federativos do meia. Outros 60% pertencem ao Grêmio e 10% são do próprio Maylson. “Eles são bons. Trabalham com jogadores do Grêmio e do Inter. Assim que eu fui aprovado pelo Mano Menezes, eles logo vieram atrás de mim”, explicou. Eles ajudam o jogador na parte financeira e, segundo o atleta, sempre cumpriram com o combinado.
“Existem muitos empresários que sacaneiam o atleta. Quando o jogador está bem, dão todo o apoio, mas quando está mal e mais precisa de ajuda financeira, eles somem”, afirmou. “Com esses tem que tomar cuidado”. Grêmio – bela estrutura Com 104 anos de história, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense é um grande clube do futebol brasileiro e, como tal, apresenta uma estrutura considerável. “Temos excelentes instalações. Um CT com sete campos, alojamento, alimentação. É um time verdadeiramente grande”, afirmou a revelação do ABC.
Além dos bens materiais, o clube do Sul ainda se preocupa com a formação do atleta e exige que o jogador adquira um bem para vida: o estudo. “Lá, eles cobram muito o estudo. Tem uma assistente social que pega no nosso pé se a gente falta ou tira nota vermelha”, brinca Maylson, que conclui o terceiro ano do Ensino Médio em 2007. Em relação a uma transferência futura, o jogador se mostra bem tranqüilo e prefere a cautela. “Não penso em sair agora. Quero dar ainda muitas alegrias à torcida gremista”.
Futebol no ABC O ABC paulista sempre se destacou como um celeiro de craques. Pelos times da região já passaram atletas como Ronaldão (zagueiro campeão mundial com o São Paulo), Denílson (hoje nos Estados Unidos), Fabinho (ex-Corinthians), Deco (meia do Barcelona), Gustavo Nery, Éverton Santos (lateral e atacante do Corinthians, respectivamente), Luís Pereira, Serginho Chulapa, etc.
“Aqui existem grandes jogadores. Mas os dirigentes precisam investir mais nas categorias de base e valorizar os garotos, inclusive na ajuda de custo. Acho que é isso que falta para o futebol da região deslanchar de vez”, analisou a jovem revelação.
Quando o assunto é o futebol do ABC na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, Maylson é simples e direto. “Lamento o momento por que passam Santo André e São Caetano na Série B. São times que têm boas condições de crescer e acredito que eles podem se recuperar”, finalizou o jogador.
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Após derrota, Ramalhão vai "secar" os adversários
Leandro Martins
O Santo André terá de secar seus adversários na briga direta contra o rebaixamento, no complemento da 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O time do ABC, que enfrenta o Gama em casa na noite da próxima terça-feira, perdeu para o Marília por 4 a 2 no início da semana, no interior, e voltou a ficar ameaçado de cair para a Terceirona em 2008.
Agora, o Ramalhão terá de torcer contra Avaí, Paulista e Santa Cruz para alimentar as esperanças de se manter na Série B do futebol nacional. O time do técnico Fahel Júnior está na 16ª colocação, com 42 pontos, apenas um ponto à frente da Cobra Coral (17°), três à frente do time de Jundiaí (18°) e dois atrás da equipe catarinense (15°), com 44. Todas as três equipes jogam em casa, porém, contra adversários que estão na parte de cima da tabela.
Na sexta-feira, o Santa Cruz enfrenta a Ponte Preta, no Recife, às 20h30. No sábado, o Avaí recebe o quase campeão e já na Série A, Coritiba, em Florianópolis. No mesmo dia e horário, enfrentam-se Paulista e Vitória, em Jundiaí.
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Jogadores reclamam e grama do Brunão é
aparada Leandro Martins
Nada como uma alfinetada para que as pessoas
acordem para o trabalho. Assim foi com o pessoal que cuida da grama do Estádio
Bruno José Daniel em Santo André (SP). Em entrevista ao programa Lente
Esportiva, veiculado no Canal ABC 3 da Vivax (canal 12), o meia do Ramalhão,
Marcelinho Carioca, criticou as condições do gramado do Brunão que, segundo ele,
atrapalharam o seu desempenho e o da equipe.
“A grama está muito alta, prende mais e o jogo
fica mais lento”, disse o ex-corintiano após a partida contra o Ipatinga, no dia
26 de outubro. Depois da declaração, a grama foi devidamente aparada e, já no
jogo contra o Fortaleza, no dia 30, estava mais baixa, artifício que deixa o
jogo mais solto e veloz.
Conversando comigo, o zagueiro Dedimar concordou
com o pé-de-anjo e disse que a reclamação dos jogadores foi generalizada. “Sim,
a grama estava alta demais e atrapalhou um pouco. Mas agora já está bem
cortadinha, o que é melhor para nós”, explicou.
O curioso é que, com a grama alta, o time jogou
muito melhor do que com o gramado aparado. Merecia vencer o Ipatinga, criou
inúmeras oportunidades, mas não conseguiu colocar a bola na rede e ficou no 0 a
0. Já contra o Fortaleza, merecia perder, mas graças ao goleiro Neneca, empatou
por 1 a 1. Coisas do futebol... A grama é o de menos. O que importa é que
jogador bom joga bem em qualquer lugar.
Antes de terminar, um detalhe importante: mesmo
alto no jogo contra o Ipatinga, o gramado do Bruno Daniel está muito bem
cuidado. Tem pouquíssimas falhas e parece um tapete. O palco está em perfeitas
condições. Só falta agora o time proporcionar um espetáculo digno dentro de
campo.
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Tigre aguarda treinador para fazer
planejamento
Leandro
Martins
Após a derrota por 4 a 2 diante do Guarani, no
último domingo (14) de manhã, em Campinas, o São Bernardo aguarda a chegada de
um novo treinador para iniciar o planejamento para 2008. O técnico Veludo, que
assumiu a equipe no dia 24 de setembro, chamado às pressas para substituir
Cândido Farias, entrou em acordo com a diretoria e deixou o clube na
quinta-feira passada (11), antes mesmo do confronto contra o Bugre.
O auxiliar Paraná dirigiu a equipe em Campinas.
Veludo ficou apenas 17 dias à frente do time do ABC e, em quatro partidas,
obteve uma vitória e três derrotas. Sob seu comando, a equipe marcou quatro gols
e sofreu 11, somando precários 25% de aproveitamento.
“Ainda não definimos o nome do novo treinador
porque gostaríamos de conversar com alguns que ainda estão empregados em equipes
que disputam a própria Copa FPF (Federação Paulista de Futebol)”, explicou o
presidente do Tigre, Edgard Montemor. “Não posso adiantar nada ainda, mas o
certo é que as dispensas, as renovações de contrato e os reforços só serão
acertados com aval do novo comandante”, acrescentou.
Em clima de abatimento, o elenco realiza treinos
físicos no antigo clube da Volks até a sexta-feira. Depois disso, os jogadores
entram em férias e só retornam no próximo dia nove de
novembro.
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Confira todo os confrontos entre
Ramalhão e Azulão
Leandro Martins

Foram 6 vitórias do Azulão, 4 do Ramalhão e 4
empates.
Os ramalhinos fizeram ainda 8 gols e sofreram 13
dos azulinos.
Campeonato Paulista - Série A-3 03/02/1993 - São
Caetano 1 x 3 Santo André 27/03/1993 - Santo André 1 x 0 São
Caetano
Campeonato Brasileiro Série
C 19/08/1998 - São Caetano 1 x 0 Santo André 13/09/1998 - Santo
André 0 x 1 São Caetano
Campeonato Paulista - Série
A-2 18/04/1999 - Santo André 1 x 1 São Caetano 30/05/1999 - São
Caetano 2 x 1 Santo André 20/06/1999 - Santo André 0 x 1 São
Caetano 18/07/1999 - São Caetano 0 x 1 Santo André
Campeonato Paulista - Divisão
Principal 26/03/2000 - Santo André 0 x 0 São Caetano 28/01/2004 -
São Caetano 0 x 0 Santo André 06/03/2005 - Santo André 0 x 1 São
Caetano 02/04/2006 - São Caetano 2 x 1 Santo André 28/01/2007 - Santo
André 0 x 3 São Caetano
Campeonato Brasileiro - Série
B 10/07/2007 - São Caetano 1 x 1 Santo André
Fonte: José Pires Maia - Detur/São
Caetano
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O clássico mais "não-clássico" do ABC
Leandro Martins
Santo André e São Caetano fazem amanhã à tarde (16h), no Estádio Bruno José Daniel, um jogo com boa dose de rivalidade. A crônica esportiva se divide quanto a denominar ou não esse confronto como "clássico". Particularmente, acredito que clássico seja um jogo onde exista tradição, provocação, conflitos de gerações e muita rivalidade entre os torcedores (desde que fique no campo da paz, é claro).
Assim, entendo que o confronto entre São Caetano e Santo André atingiu o status de clássico pelo menos entre os torcedores. Conheço apaixonados pelas duas equipes e, tantos os azulinos como os andreenses tiram sarro da cara um do outro, fazem piadinhas com o rival e querem sempre que o arqui-inimigo caia para outra divisão (no caso deste ano, a Série C do Brasileiro).
No entanto, nunca senti essa mesma pegada dentro de campo. A provocação, a gozação, as entradas mais duras, jogos catimbados, amarrados, enfim, a sensação de que, se uma equipe vencer a outra, será mais importante do que a conquista do campeonato. Para mim, entre as torcidas, o jogo é um clássico, mas entre os times, dentro de campo, não. Decidi então, denominá-lo de "clássico não-clássico".
Ainda existe a possibilidade de se tratar o jogo dependendo do status que os próprios clubes dão a ele. O modo de fazer a segurança, de separar as torcidas, de catimbar, de mandar os gandulas sumirem com as bolas quando a equipe mandante está ganhando, etc. O olhar dos jogadores também é importante. O jogo contra o rival é diferente? Tem um gostinho especial? Se perder, o técnico balança?
Tudo isso faz parte de um clássico. Se esse for o status que será sentido amanhã, então, no dia de Nossa Senhora Aparecida, teremos clássico no ABC. Caso contrário, não. E você, amigo internauta e torcedor? O que pensa sobre isso? Você chamaria ou não o confronto de clássico?
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São Bernardo deve dispensar 10 jogadores Leandro Martins
Depois da desclassificação na Copa FPF (Federação Paulista de Futebol) com a derrota de 4 a 2 para o Botafogo-SP na última quarta-feira, a ordem agora no São Bernardo é reformular. Conversei hoje pela manhã com o presidente do Tigre, Edgard Montemor, que me garantiu que muitas mudanças serão feitas.
A direção deve se reunir com a comissão técnica para decidir quem fica, quem sai e quem deve chegar. São poucos os jogadores com contratos até o final do Paulista da Série A-3, caso dos atacantes Rafael e Cadu, e do meia Léo. "Fizemos todos os testes que queríamos na Copa FPF e agora temos uma idéia de quais atletas poderemos utilizar em 2008. Mas cerca de dez jogadores devem ser dispensados", disse o presidente do clube, que não quis adiantar os nomes.
A equipe treina amanhã à tarde e no sábado pela manhã no clube da Volks para enfrentar o Guarani, no próximo domingo, às 11h. Para o Tigre, a partida serve apenas para cumprimento de tabela mas para o Bugre, vale classificação. Se empatar com o São Bernardo, o time de Campinas garante a vaga nas quartas-de-finais.
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